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Jorge Soares

11 setembro / 17:30

Jardim da Anta

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D. Roberto apresenta-se como um grande apreciador de música. Canta, toca tambor, até que a namorada Rosa aparece e ele só quer dançar. Porém, o baile é interrompido por outro pretendente da Rosa que provoca um reboliço e D. Roberto acaba por matar o rival. «O seu coração já não faz truca... truca... truca...». Por causa deste crime, D. Roberto vê-se sucessivamente confrontado com a Policia, com o Diabo e o seu fogo e até pela própria morte donde sai sempre vencedor. «O Roberto matou a morte... o Roberto matou a morte...». Quando finalmente se reencontram e depois de um pequeno desaguisado D. Roberto e a Rosa selam o casamento com um beijo apaixonado.

Companheiros inseparáveis, D. Roberto e o seu Burro fazem-se à estrada. A certa altura, distraído pela populaça, o Burro recusa-se a continuar o passeio. «Anda, burro… Anda, burro lindo». D. Roberto, sem saber o que fazer perante tal teimosia, experimenta vários truques, sem qualquer resultado. Para cúmulo da situação, o Burro deita-se a dormir e é apanhado pelo Dragão de Fogo. D. Roberto, preocupado, procura-o por todo o lado. Fala com um Padre, encontra um Extra-terrestre, lida um Touro… Mas do Burro ninguém sabe.
Será que D. Roberto vai encontrá-lo?
Isso é certinho. Ele é tão teimoso como o burro.

Técnica: Bonecos tradicionais portugueses de mão enluvada (Teatro Dom Roberto)
Investigação, construção e manipulação: Jorge Soares

Duração: Aprox. 15 min por espectáculo | Classificação Etária: Todas as idades

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bio

Jorge Soares é Bonecreiro, Actor e Encenador. Natural de Faro, viveu quase sempre em Lagoa. Em Lisboa, concluiu o Curso Avançado de Fotografia e Formação Teatral em Tragédia Grega, Expressão Corporal, Técnica da Máscara, Dança Criativa e Dramaturgia pelos professores Theodorus Terzopoulos (ATTIS Theatre), Luís Varela, Joaquim Benite, Figueira Cid, Luis Vicente, José Louro, Estrela Novais, Filipe Crawford, João Pino Custódio, Mário Gonzalez (Théâtre du Soleil) e Evgueni Beliaev. No mundo dos bonecos com Alfred Peters, José Ramalho, Maurício Rebojo, Manuel Dias, António Torrado e João Vieira. Em 1996, a encenação As Três Abóboras de António Torrado nas Ideias do Levante de Lagoa, associação cultural da qual foi sócio fundador. Nasce A Barraca do Gregório, um espetáculo de Teatro D. Roberto que, desde 1997, percorre o país, nomeadamente em Festivais como a BIME (Évora), Marionetas na Cidade (Alcobaça), a Maratona de Robertos (Lisboa), o FOMe (Faro), O FIMFA (Lisboa) ou o MO (Oeiras). Entre 1999 e 2009 integra o elenco da ACTA. Em 2002 encena Doubles de Michael Frayn. Em 2003 dirige O Nariz, um espetáculo de bonecos, máscara e atores de N. Gogol. Em 2006 integra o VATe, projeto educativo da ACTA premiado pela Gulbenkian, nos espetáculos Rapsódias e Lobices (2006), Mahura (2007), D. Roberto no Autocarro (2007), Os Três Cabelos de Oiro… (2008), De Ulisses Nunca Digas Tolices - A Guerra de Troia (2008) e O Regresso a Ítaca (2009), e Sibí e Pip , a partir de textos de Pessoa (2021).

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